segunda-feira, Dezembro 06, 2004

Menino ou Menina...

Mais uma teoria que recebi hoje por email. So para rir!!!

Segundo esta fórmula, afinal é mais fácil pré-determinar o sexo do
seu bebé. Se quer ter uma menina, o melhor é não casar, para ter um
rapaz, é precisamente o contrário. Será?

O ambiente em que vivem os pais quando um bebé é concebido pode ter
um papel determinante no sexo, de acordo com um estudo realizado nos
Estados Unidos. O estudo afirma que os pais casados ou que vivem
juntos antes da concepção têm uma probabilidade um pouco maior de ter
um menino do que os que estão em situação diferente.

As conclusões do estudo, publicadas na revista Proceedings, da
entidade Royal Society (associação que reúne cientistas britânicos),
foram produzidas a partir da análise dos dados de 86.436 nascimentos
registados pelo Departamento Nacional de Pesquisa Económica dos
Estados Unidos.

No total, o estudo constatou que 51,5 por cento dos bebés nascidos
de casais que moravam juntos no momento da concepção eram rapazes, em
comparação a 49,9 por cento entre pais em situação diferente.

Embora isto possa parecer uma pequena diferença, na verdade,
estatisticamente, tem grande importância quando levada em conta toda
a população.

Ao examinar a situação de irmãos e irmãs, os investigadores
descobriram que os casais que viviam juntos antes da concepção tinham
uma probabilidade extra de 14 por cento de ter um menino.

Os cientistas disseram que a descoberta pode explicar uma redução
na proporção de nascimentos de rapazes em alguns países desenvolvidos
nos últimos 30 anos. Estudos anteriores sugeriram que mulheres sem um
relacionamento estável e monogâmico podem ter menor probabilidade de
ter um bebé do sexo masculino.

Há registos, inclusive do século XIX, do nascimento de uma menor
percentagem de rapazes de mães que não eram casadas. Estudos no
Quénia descobriram uma tendência semelhante entre mulheres casadas em
relações poligâmicas.

A explicação, sugerem os cientistas, passa pelo facto de os
embriões do sexo masculino serem menos robustos do que os do sexo
feminino e, portanto, exigirem um grau maior de nutrição durante a
gravidez para sobreviverem a todo o período de gestação. E por isso,
as mulheres que tenham um relacionamento estável possam estar, de
alguma forma, numa posição melhor para isso.

A investigadora Karen Norberg encontrou a mesma tendência em cinco
amostras separadas nos Estados Unidos, representando nascimentos num
período de 40 anos e uma maior diversidade étnica e socio-económica.

«Há vários mecanismos possíveis que podem explicar a tendência.
Factores que actuam na concepção podem incluir a situação hormonal do
pai e da mãe ou a hora, e a hora ou a frequência das relações
sexuais - factores que operam mais tarde, durante a gravidez, podem
resultar em tendências sexuais, em riscos de aborto espontâneo»,
disse Norberg.


Para o académico Andrew Reid, porta-voz da Sociedade Britânica de
Genética Humana, acredita-se que na população em geral nasçam cerca
de 106 meninos para cada 100 meninas. «Acredita-se que esta seja a
forma da natureza compensar o facto dos meninos terem maior
probabilidade de morrer na infância por causa de doenças genéticas»,
disse Reid.

O porta-voz afirmou ser possível que a razão para a diferença
ressaltada no estudo seja o facto das pessoas que vivem juntas
fazerem sexo em horários diferentes de outras pessoas. Sabe-se que
crianças concebidas em relações sexuais que ocorrem exactamente no
dia da ovulação têm maior probabilidade de ser meninas do que
crianças concebidas em relações sexuais ocorridas de dois a quatro
dias antes da ovulação.

2 Comments:

Blogger eu said...

Será?
Ai tantas contas pr fazer...
É melhor não ligar a isso e depois seja o k deus quiser.
Bjnho e bom feriado.

7:35 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Só mesmo nos Estados Unidos!!!! Bj
Ana - http://xapinha.blogs.sapo.pt

12:40 da tarde  

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